O primeiro post a gente não esquece

Enfim, após muita resistência e adiamentos quanto ao uso dos meios digitais, adiro a esta tecnologia. Ok, com um atraso bastante significativo. Está certo, um atraso vergonhoso. Mas, antes tarde do que nunca.

Ocupando a posição de uma pseudojornalista, eu acreditava na importância de uma matéria jornalística feita para ser lida papel, seja uma revista ou aquele jornal que deixa os seus dedos deliciosamente impregnados de tinta. Foi um engano, mas o fetiche ainda é aceitável.

Hoje, qualquer – ou quase todo –  o conteúdo dos veículos impressos migraram para a Internet. E quem ainda não acompanhou esta onda corre o sério risco de desaparecer. E como eu não pretendo sumir – pelo menos por enquanto – caí na rede.

Claro que a discussão vai muito além deste humilde post. O espaço é pequeno demais para tentar desvendar um assunto que é tema de seminários, entrevistas e debates.  Com o tempo poderemos conversar muito mais a respeito de internet e o seu alcance, principalmente, no campo comunicacional.

Contudo, cá estou, aceitando as mudanças. E assim pretendo continuar, aberta às novidades que a tecnologia e a vida tem a me oferecer enquanto escrevo estas e outras linhas.

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